Para que estas e outras manifestações sejam dispensáveis:
Para que os interesses obscuros deixem de orientar e manietar a vida deste Concelho:
O presidente da Câmara de Paços de Ferreira, Pedro Pinto (PSD) admite dívidas do município de quase 65 milhões de euros, mas nega a situação de falência como denuncia o PS, garantindo que a situação «está controlada».“A situação é difícil, mas sempre foi”, afirmou o autarca, comentando a posição do PS local, segundo a qual o endividamento do município, sobretudo no curto prazo, de 40 milhões de euros, coloca a edilidade numa situação de falência.
Pedro Pinto enfatiza que “parte significativa da dívida está acordada com credores, com prazos de pagamento”.
“A situação é compreendida e controlada”, defendeu, negando haver processos judiciais de credores a exigirem pagamento de dívidas, como acusou o PS.
O autarca lamenta que o PS compare a câmara com outros municípios que recebem mais transferências do Estado. À Lusa Pedro Pinto explica que o concelho é “fortemente penalizado” pela lei das finanças locais por ter uma área geográfica pequena, apesar de uma populacional elevada.
A situação cria dificuldades acrescidas em termos de capacidade financeira para responder às necessidades, obrigando a recorrer à banca para não perder fundos europeus.
Segundo Pedro Pinto, só no III QCA (Quadro Comunitário de Apoio) o concelho tem contratualizados investimentos quase 50 milhões de euros.
“O município está com uma dinâmica estruturante. Não estamos a despejar dinheiro naquilo que não produz bem-estar e riqueza”, sinalizou.
Pedro Pinto avança que o seu executivo tem baixado as despesas com pessoal e até conseguiu em 2010 diminuir em um milhão de euros os empréstimos bancários.
O edil explica que há quatro anos a dívida a fornecedores andava nos 18 milhões de euros e que aumentou em 2010 cerca de 11 milhões em resultado dos projectos apoiados pela UE, nomeadamente os centros escolares. Pedro Pinto adianta que em Dezembro de 2010 o município ainda não tinha recebido cerca de 10 milhões de euros do QREN.
A situação financeira da autarquia também se tem ressentido dos cortes das transferências da administração central, recordando as perdas de dois milhões de euros em resultado do PEC III.
Por isso, a câmara vai apresentar até Junho um orçamento rectificativo, no qual estarão anunciados cortes em diversas áreas, como apoios às freguesias e associativismo.
Pedro Pinto nega que a câmara deva nove milhões de euros à empresa Suma que recolhe o lixo no concelho - outra acusação do PS - observando que o valor em dívida, que não precisou, tem “um plano de pagamento definido a aceite”, não havendo processo em tribunal.
Sobre os 38 milhões de euros que a empresa municipal PFR Invest deve à banca, o autarca anota que a empresa não tem dado prejuízos e que a venda de terrenos tem permitido honrar os compromissos. Lembra ainda que graças ao trabalho da PFR foi já possível criar mais de dois mil empregos.
Pedro Pinto enfatiza que “parte significativa da dívida está acordada com credores, com prazos de pagamento”.
“A situação é compreendida e controlada”, defendeu, negando haver processos judiciais de credores a exigirem pagamento de dívidas, como acusou o PS.
O autarca lamenta que o PS compare a câmara com outros municípios que recebem mais transferências do Estado. À Lusa Pedro Pinto explica que o concelho é “fortemente penalizado” pela lei das finanças locais por ter uma área geográfica pequena, apesar de uma populacional elevada.
A situação cria dificuldades acrescidas em termos de capacidade financeira para responder às necessidades, obrigando a recorrer à banca para não perder fundos europeus.
Segundo Pedro Pinto, só no III QCA (Quadro Comunitário de Apoio) o concelho tem contratualizados investimentos quase 50 milhões de euros.
“O município está com uma dinâmica estruturante. Não estamos a despejar dinheiro naquilo que não produz bem-estar e riqueza”, sinalizou.
Pedro Pinto avança que o seu executivo tem baixado as despesas com pessoal e até conseguiu em 2010 diminuir em um milhão de euros os empréstimos bancários.
O edil explica que há quatro anos a dívida a fornecedores andava nos 18 milhões de euros e que aumentou em 2010 cerca de 11 milhões em resultado dos projectos apoiados pela UE, nomeadamente os centros escolares. Pedro Pinto adianta que em Dezembro de 2010 o município ainda não tinha recebido cerca de 10 milhões de euros do QREN.
A situação financeira da autarquia também se tem ressentido dos cortes das transferências da administração central, recordando as perdas de dois milhões de euros em resultado do PEC III.
Por isso, a câmara vai apresentar até Junho um orçamento rectificativo, no qual estarão anunciados cortes em diversas áreas, como apoios às freguesias e associativismo.
Pedro Pinto nega que a câmara deva nove milhões de euros à empresa Suma que recolhe o lixo no concelho - outra acusação do PS - observando que o valor em dívida, que não precisou, tem “um plano de pagamento definido a aceite”, não havendo processo em tribunal.
Sobre os 38 milhões de euros que a empresa municipal PFR Invest deve à banca, o autarca anota que a empresa não tem dado prejuízos e que a venda de terrenos tem permitido honrar os compromissos. Lembra ainda que graças ao trabalho da PFR foi já possível criar mais de dois mil empregos.
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